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O Que Fazemos

O Que Fazemos

As ações sociais do Caminho Nações buscam de forma geral alcançar os seguintes objetivos:

  • Promover as condições para que a liberdade e igualdade do individuo e dos grupo na qual se integram sejam reais e efetivas;
  • Eliminar obstáculos que impedem ou dificultam o ser humano a obter todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade;
  • Contribuir com a inclusão e coesia social e combater situações de marginalização e discriminações sociais;
  • Recrutar, treinar e enviar voluntários do Amor para a assistência em situações de calamidades pública, desastres naturais, tragédias urbanas, combate de epidemias, fome e toda condição de emergência na qual os poderes governamentais necessitem de envolvimento popular orientado.

Na NIGÉRIA contamos com o apoio de ONGs europeias de atuação na África. São associações de fomento de pequeno porte, com destinação mínima de recursos. Os maiores parceiros para o projeto Pequeninos na Nigéria (Crianças-Bruxas) ainda são cristãos brasileiros de todas as matizes denominacionais, anônimos em sua maioria, que participam destinando contribuição mensal, pequena, mas regular; em função das quais os projetos do PROJETO se viabilizam mediante o melhor aproveitamento dos recursos financeiros, fazendo “muito” com “pouco”, desonerando a infraestrutura de base, e maximizando os investimentos no Campo.

 

No SENEGAL, 40-50 crianças recebem instrução formal na escola alugada pelo projeto Chemin Du Futur. Temos o apoio do Ministério da Infância e de ONGs internacionais laicas e religiosas com base em Dakar, além de muitas missões evangélicas norteamericanas e brasileiras, estabelecidas na região e trabalhando a mais tempo e com mais experiência que nós. Em estágio mais avançado do projeto apresentado aos parceiros e autoridades, 500 crianças serão acolhidas com fomento de instituições de renome envolvidas em causas humanitárias por todo o mundo. Porém, para tanto o projeto precisa ser capaz de se autoprover nessas etapas iniciais, dentro de um prazo estabelecido, provando sua intenção de estabelecimento sério em solo senegalês, segundo combinado com as autoridades locais. Tal precaução tem relação com a infeliz cultura “ongueira”, que é trapaceira, e se aproveita da desgraça alheia envolvendo crianças africanas para levantar fundos no Ocidente, que são usados para enriquecer suas estruturas muito mais do que para gerar soluções efetivas no Campo. Essa realidade, fato constante presente em toda a África, tem retardado as parcerias a serem estabelecidas após os objetivos iniciais do Chemin Du Futur serem completados com recursos advindos do Brasil, de centenas de colaboradores (pessoa física).